Assistimos ao desfilar de Candidatos/as à Presidência da República Portuguesa, uma festa de fogos de artifício, que depois de atirados os foguetes acorre o Povo no apanhar das canas, e o que sobra de uma cana queimada...! Sobra um resto de tudo e um pouco de nada.
Votar é um Direito ou um Dever ?
Pelo princípio da razão do voto, que foi uma conquista do Povo em relação aos modelos de Estados de Monarquia ( por sucessão de sangue), ou modelos de Estados de Ditadura Militar ou Política ( por sucessão de hierarquia militar ou partidária ) no modelo de Estado de Democracia Representativa o voto se reveste do simbolismo de um Direito, que é no caso consagrado na Constituição da República Portuguesa e na Carta dos Direitos Humanos, em igualdade de homens e mulheres maiores de 18 anos, e apenas recusado com determinada e especial excepção à cidadãos com nacionalidade portuguesa.
Confere este Direito a escolha de arbítrio livre ao cidadão dos seus representantes eleitos por sufrágio universal onde com 50% mais 1 do total de votos válidos em escrutínio eleitoral nacional. É nesta escolha que vai assentar a eleição do Candidato/a ao Cargo de Presidente da República Portuguesa e que o vincula com os Direitos e Deveres consagrados na Constituição da República Portuguesa, a qual o Candidato/a eleito jura cumprir e fazer cumprir, no total respeito da Legislação em vigor dos Poderes Constitucionais e Instituídos com os quais deve por inerência de boa convivência democrática colaborar e trabalhar em estreito relacionamento com os desígnios da representação em nome do Povo e de Portugal.
Mas o Voto como Direito Adquirido, é com a sua implementação universal na Democracia de um país, um bem ao serviço da sociedade, logo se transforma num Dever de Consciência e Conduta Democrática e um Dever de Exercício Cívico Único e Intransmissível.
Dever que confere ao Cidadão o Direito de escolha e escrutínio sobre os Cidadãos Candidatos/as que se disponibilizaram para servir de interlocutores nas causas públicas do povo e do país, para como Representantes dos seus Concidadãos representar quer no território nacional quer em deslocação internacional os Interesses, a Cultura e a Soberania do seu Povo e do seu País neste caso Portugal, sempre defendendo e zelando pela nossa Unidade, Liberdade, Justiça e Democracia, e pela Paz.
Um Voto é um Dever de todo o Cidadão que se reconhece nos valores da Liberdade, da Justiça, da Igualdade, da Democracia, e toma nas mãos como sua a parte da responsabilidade integrante na defesa e divulgação da República Portuguesa, executando assim o seu Dever enquanto Constituinte do Direito na acção, na confirmação, na manutenção da verdade e transparência democrática, ao efectivar o compromisso entre Eleitor e Eleito.
Neste contexto devem os Cidadãos Candidatos/as a um Cargo de Eleição Democrático eleger como princípios orientadores a verdade no seu discurso e no esclarecimento dado em campanha, pondo à consideração dos eleitores a escolha com base no conhecimento das suas propostas e das suas convicções, com as quais se apresentam como fiéis depositários da vontade expressa do povo pelo voto a que se sujeitam em acto eleitoral.
A abstenção é o resultado do incumprimento destes Deveres por parte de Uns e Outros. Os Cidadãos Candidatos/as que se apresentam sem projectos de Verdade e Rigor, estando assentes na opacidade da retórica, carentes de fundamentos credíveis de transparência e dignidade executiva, fazendo do Populismo e Mediatismo causa sua, não são mais que o fruto dos Órgãos de Comunicação Social e das Máquinas Políticas ao serviço dos Partidos e dos Interesses Instalados da Corrupção Democrática.
Votar é um Dever, deve o mesmo ser exercido em consciência e em livre escolha, contudo a cada Cidadão cabe decidir o que representa para si cada Candidato/a, ou o que entende como adequado ao perfil de Cargo Público, bem como Personalidade Representativa, ou ainda como projecto de interesse ou intenções para a sociedade e para o país.
Nestas Eleições Presidenciais 10 Candidatos/as se apresentaram ao Povo Português, para um escrutínio eleitoral que só pelo número de DISPONÍVEIS, deixava adivinhar uma falta de Rigor pelos Valores da República e pelo cargo de Presidente da República.
Ainda que a Constituição Portuguesa o permita, a Conduta Ética e Moral dos Cidadãos e das Direcções Políticas Partidárias devem observar as suas responsabilidades e consagrar o Respeito pelo princípios básicos da Representatividade do Cargo.
Ao não fazerem esta avaliação de Desempenho, entramos no campo do Surreal, onde tudo é permitido e tudo se permite, e com este tudo vem o descrédito e a desvalorização quer dos Cidadãos Candidatos/as, quer das Instituições que representam o Povo é o País.
Votar para quê ?
É uma questão recorrente quando se confrontam muitos Cidadãos perante a necessidade de votar. A descrença nas Instituições e nos seus Representantes é de tal forma gravosa que qualquer que seja o Candidato/a é logo de início rotulado de oportunismo, de querer um lugar de privilégios, de ser mais um a querer viver à custa do povo, isto porque não há necessidade de utilizar os sinónimos e adjectivos que todos nós já ouvimos ou vimos escritos, por incrível que pareça até pelos próprios Candidatos/as que tem o dever de prestigiar a democracia.
É nestas condições que muitos Cidadãos Eleitores são alheios de forma contínua aos actos eleitorais, e que consecutivamente vemos aumentar o número de abstenção nos votos, no que perde a democracia, o país, e perdemos todos nós, e por muito que se queira afirmar a maturidade da Democracia Portuguesa, estes números de abstenção revelam que vivemos perigosamente no limite da linha vermelha dos reais valores democráticos da Justiça e da Liberdade.
Assim o meu Voto teve uma finalidade nestas Eleições de simples Eleição. Tive a oportunidade de analisar de entre todos os Candidatos/as quem confere mais confiança e melhor representa o Cargo de Presidente da República Portuguesa.
Feita a escolha primeira coube analisar de forma consequente e pragmática o Estado do País Político, Económico e Social, e com base nas reais circunstâncias de alternativas viáveis, tendo em conta que este acto eleitoral tem um custo aproximadamente de 6 milhões de euros, resta decidir o que o meu Voto deve representar e servir nos interesses do país. O sentido de escolha deve ser Electivo, pois que numa segunda volta o meu Voto seria no resultado de última análise, no que apesar de uma primeira escolha, prevalece a razão por maioria de intenções de voto, no que nada justifica adiar uma decisão à primeira volta.
O meu Voto foi Electivo, espero agora que o Candidato por mim Eleito, assuma o compromisso com as convicções de Honrar o Povo Português e Portugal, cumprindo e fazendo cumprir a Constituição da República Portuguesa.
José Fernando Marecos da Paz
Lisboa 25 de Janeiro de 2016
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
Assembleia Municipal de Lisboa 24 de Fevereiro de 2015
Participei pela primeira vez na Assembleia Municipal de Lisboa enquanto Munícipe de Lisboa e Cidadão , sou residente em Lisboa desde 2011 , mas sou e sempre serei um Scalabitano ( Escalabitano ) natural de Santarém um Ribatejano , logo um sangue de luta e dedicação à colectividade onde estou inserido , um Campino destemido , ou um Forcado que olha o desafio olhos nos olhos , não volta as costas ao seu adversário pois é preferível ter o na sua frente o perigo que não saber onde ele está , e como se diz na gíria dos aficionados "uma pega de cernelha não dignifica a lide ".
Fiz a minha inscrição no sítio da Assembleia Municipal de Lisboa , por um acaso quando procurava mais uma vez aceder às Actas que estão indisponíveis à mais de dois Meses .
Como foi uma Reunião Ordinária da Assembleia , tinha abertas inscrições ao Público e resolvi inscrever-me com o propósito de saber como funcionava e como era o procedimento ,como razão da minha intervenção pública escolhi um tema que me é caro o Trânsito Catastrófico da Cidade de Lisboa em particular na zona ribeirinha entre Cais do Sodré e Campo das Cebolas que se encontra fechado ao trânsito na frente do rio aos fins de semana .
A minha inscrição foi confirmada como aceite , ainda que não tivesse por certa a minha participação uma vez que existem regras de funcionamento que limitam a participação como o número de inscritos e o tempo disponibilizado para uso de palavra na Assembleia .
Mas uma vez inscrito tinha a obrigação de estar presente no dia 24 ás 15h na referida morada da Assembleia .
Não fiz nem preparei a minha intervenção porque não havia uma necessidade de elaborar discurso tendo como motivo um problema mais que conhecido de todos os Munícipes e Cidadãos que visitem e circulem na Cidade de Lisboa .
À hora estava na Assembleia tinha uma manifestação de Trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa ,dirigi-me aos Elementos da Assembleia Municipal devidamente identificados apresentei-me e fui conduzido ao lugar destinado aos inscritos para participação na Assembleia e fiz algumas perguntas sobre o modo de funcionamento , que refiro me foi explicado com muita atenção e disponibilidade por parte dos Funcionários da Assembleia , lamentei ter escolhido um dia em que o lugar destinado à Assistência Pública estava repleto de Trabalhadores da Câmara , lamentei de imediato não ter elaborado uma apresentação cuidada da minha primeira intervenção pública na Assembleia de Lisboa .
Era o terceiro de quatro participantes , a que foi concedido 5 minutos de uso de palavra , na minha frente estavam dois representantes dos sindicatos , quando chegou a minha vez fui confiante das minhas razões e com um motivo acrescido pois estava presente o Sr António Costa , de quem no dia anterior eu apresentei uma queixa na Provedoria de Justiça , falei de Trânsito pois essa era a razão da minha presença , no entanto para surpresa do Próprio e de todos não deixei de aproveitar a oportunidade para ali olhos nos olhos lhe dizer que tinha apresentado uma queixa contra o Sr António Costa e de o convidar a ceder o seu lugar a alguém que com Ética , Moral , Dignidade, que represente e defenda os Munícipes os Trabalhadores e os Cidadãos .
Permaneci na Assembleia até à primeira intervenção do Sr Presidente da Câmara de Lisboa , da sua boca não houve uma referência à minha intervenção nem à intervenção dos Sindicatos , nem dirigiu uma palavra aos Trabalhadores .
Referiu o bom desempenho da Gestão da Câmara que passou de 450 milhões de dívidas para 6 milhões e que passou de 320 dias para pagamentos a fornecedores para 7 dias ou seja quem fornecer um bem ou um serviço à Câmara Municipal de Lisboa recebe a sua factura em sete dias ?
Anunciou a fase de concessão do Parque da Frente Ribeirinha do Tejo entre a Marina da Expo e a zona limítrofe do Porto de Lisboa , referiu o bom desempenho no número de Turismo de visitantes em passageiros em Lisboa e a criação de novos acessos ao bairro do Castelo pela Mouraria , Graça e Alfama .
Tudo bem e bom para os Munícipes de Lisboa e para o Turismo e para a Gestão da Câmara , pena que não tenha oposição na Câmara nem na Assembleia e que sufoque os Alfacinhas e Cidadãos residentes em Lisboa com taxas de lixo , esgotos e águas altíssimas , que crie taxas para os Turistas , que dificulte a mobilidade e qualidade de vida dos Cidadãos e Trabalhadores , dos Turistas e de todos quantos escolheram Lisboa para viver e trabalhar .
Pena que favoreça Clubes e Empresas de Espetáculos , e não promova a renovação e requalificação dos espaços verdes e de lazer e cultura , bem pelo contrário promova a sua entrega à Gestão de Privados como acontece com parques e espaços do Parque Florestal de Monsanto , pena que não valorize e promova o bem estar dos Trabalhadores da Câmara Municipal mas promova as Elites Executivas da Autarquia , pena que proporcione aos mais favorecidos passear-se de luxos em Lisboa e dificulte a mobilidade e usufruto da Cidade aos seus Próprios Munícipes .
Ficará sem margem para dúvidas registada a primeira de muitas que se lhe seguirão na defesa da Cidade de Lisboa e dos Alfacinhas , bem como de todos quantos escolhem Lisboa como um destino de preferência Turístico .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 25 / 02 / 2015

Fiz a minha inscrição no sítio da Assembleia Municipal de Lisboa , por um acaso quando procurava mais uma vez aceder às Actas que estão indisponíveis à mais de dois Meses .
Como foi uma Reunião Ordinária da Assembleia , tinha abertas inscrições ao Público e resolvi inscrever-me com o propósito de saber como funcionava e como era o procedimento ,como razão da minha intervenção pública escolhi um tema que me é caro o Trânsito Catastrófico da Cidade de Lisboa em particular na zona ribeirinha entre Cais do Sodré e Campo das Cebolas que se encontra fechado ao trânsito na frente do rio aos fins de semana .
A minha inscrição foi confirmada como aceite , ainda que não tivesse por certa a minha participação uma vez que existem regras de funcionamento que limitam a participação como o número de inscritos e o tempo disponibilizado para uso de palavra na Assembleia .
Mas uma vez inscrito tinha a obrigação de estar presente no dia 24 ás 15h na referida morada da Assembleia .
Não fiz nem preparei a minha intervenção porque não havia uma necessidade de elaborar discurso tendo como motivo um problema mais que conhecido de todos os Munícipes e Cidadãos que visitem e circulem na Cidade de Lisboa .
À hora estava na Assembleia tinha uma manifestação de Trabalhadores da Câmara Municipal de Lisboa ,dirigi-me aos Elementos da Assembleia Municipal devidamente identificados apresentei-me e fui conduzido ao lugar destinado aos inscritos para participação na Assembleia e fiz algumas perguntas sobre o modo de funcionamento , que refiro me foi explicado com muita atenção e disponibilidade por parte dos Funcionários da Assembleia , lamentei ter escolhido um dia em que o lugar destinado à Assistência Pública estava repleto de Trabalhadores da Câmara , lamentei de imediato não ter elaborado uma apresentação cuidada da minha primeira intervenção pública na Assembleia de Lisboa .
Era o terceiro de quatro participantes , a que foi concedido 5 minutos de uso de palavra , na minha frente estavam dois representantes dos sindicatos , quando chegou a minha vez fui confiante das minhas razões e com um motivo acrescido pois estava presente o Sr António Costa , de quem no dia anterior eu apresentei uma queixa na Provedoria de Justiça , falei de Trânsito pois essa era a razão da minha presença , no entanto para surpresa do Próprio e de todos não deixei de aproveitar a oportunidade para ali olhos nos olhos lhe dizer que tinha apresentado uma queixa contra o Sr António Costa e de o convidar a ceder o seu lugar a alguém que com Ética , Moral , Dignidade, que represente e defenda os Munícipes os Trabalhadores e os Cidadãos .
Permaneci na Assembleia até à primeira intervenção do Sr Presidente da Câmara de Lisboa , da sua boca não houve uma referência à minha intervenção nem à intervenção dos Sindicatos , nem dirigiu uma palavra aos Trabalhadores .
Referiu o bom desempenho da Gestão da Câmara que passou de 450 milhões de dívidas para 6 milhões e que passou de 320 dias para pagamentos a fornecedores para 7 dias ou seja quem fornecer um bem ou um serviço à Câmara Municipal de Lisboa recebe a sua factura em sete dias ?
Anunciou a fase de concessão do Parque da Frente Ribeirinha do Tejo entre a Marina da Expo e a zona limítrofe do Porto de Lisboa , referiu o bom desempenho no número de Turismo de visitantes em passageiros em Lisboa e a criação de novos acessos ao bairro do Castelo pela Mouraria , Graça e Alfama .
Tudo bem e bom para os Munícipes de Lisboa e para o Turismo e para a Gestão da Câmara , pena que não tenha oposição na Câmara nem na Assembleia e que sufoque os Alfacinhas e Cidadãos residentes em Lisboa com taxas de lixo , esgotos e águas altíssimas , que crie taxas para os Turistas , que dificulte a mobilidade e qualidade de vida dos Cidadãos e Trabalhadores , dos Turistas e de todos quantos escolheram Lisboa para viver e trabalhar .
Pena que favoreça Clubes e Empresas de Espetáculos , e não promova a renovação e requalificação dos espaços verdes e de lazer e cultura , bem pelo contrário promova a sua entrega à Gestão de Privados como acontece com parques e espaços do Parque Florestal de Monsanto , pena que não valorize e promova o bem estar dos Trabalhadores da Câmara Municipal mas promova as Elites Executivas da Autarquia , pena que proporcione aos mais favorecidos passear-se de luxos em Lisboa e dificulte a mobilidade e usufruto da Cidade aos seus Próprios Munícipes .
Ficará sem margem para dúvidas registada a primeira de muitas que se lhe seguirão na defesa da Cidade de Lisboa e dos Alfacinhas , bem como de todos quantos escolhem Lisboa como um destino de preferência Turístico .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 25 / 02 / 2015

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Exm°; Sr°; Provedor de Justiça
Eu José Fernando Marecos da Paz , com BI n° 9877246 , natural de Santarém , e residente na rua Dom Fuas Roupinho N° 24 - 3 Esq - 1900-192 Lisboa , venho pela presente Carta dirigir a Vossa Exs; a apreciação de prenúncia sobre a presente Queixa de Quebra de Confiança na Representação de Cargo Público e Independência das Instituições Públicas , nos elementares Direitos Liberdades e Garantias de Estado de Direito Universal de Bens Comuns .
A Queixa que apresento têm como base a Lei dos Crimes de Responsabilidade dos Titulares de Cargos Políticos , conforme Declaração de Rectificação N°5 / 2013 de 25 de Janeiro , no seu Artigo 21 , sobre o Peculato de Uso , e têm como visado o Sr° Dr. António Luis Santos da Costa , Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Secretário Geral do Partido Socialista .
1- Não entendeu o referido Autarca renunciar ao Cargo Público de Presidente de Câmara que ocupa no Município de Lisboa , aquando da sua eleição como Secretário Geral do Partido Socialista , por considerar não haver uma incompatibilidade de Cargo Público com o Cargo Político que passou exercer e representar .
2- Não entendeu , como não entende que não existindo essa incompatibilidade de Lei , ela existe enquanto incompatibilidade de Ética Política e Profissional e Moral Humana no exercício de Alto Cargo Público que assumiu perante os Munícipes de Lisboa e os Cidadãos de Portugal .
3- Não esconde a gritante promiscuidade que se oferece como exemplo assistir na prática da cumplicidade entre os Cargos de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e o de Secretário Geral do Partido Socialista .
4- Na condição de Representante Político é confundível qual a qualidade em que faz as suas aparições públicas , na total Imoralidade , falta de Ética e de Responsabilidade na consequente ausência de Independência das Instituições Públicas e Instituições Políticas com que frequentemente é interviniente na Comunicação Social .
5- Enquanto Cidadão Português e Munícipe de Lisboa , não me é possível distinguir quando estão a ser utilizados os Recursos Públicos ou os Recursos Partidários quer Patrimoniais quer de Comunicação e Imagem de uma ou outra Instituição , e em que ponto colidem os interesses Públicos e Privados , sendo que nas mais diversas acções Políticas , as mesmas são praticadas em dias úteis e horários de funcionamento da Câmara Municipal , mas se faz representar em acções do Partido Socialista e como Líder de Oposição ao Governo de Portugal .
6- Estar a exercer funções de Alto Cargo Público e Político em simultâneo , manifesta um total desrespeito pela transparência e verdade da Política de que é representante , levantando desde logo as suspeições de favorecimento e benefício de influências entre Poder Público e Privado .
7- Há assim uma necessidade de saber quem , como e quando são custeadas estas Despesas de Representação e Deslocação referentes ao Sr° Presidente da Câmara ou ao Sr° Secretário Geral do Partido Socialista .
8- Importa saber se os dias em que esteve ausente das suas obrigações de Presidente de Câmara , delegou a sua Representação em outro Elemento do seu Executivo , se mantêm o Vencimento Integral pago pelo Cargo Público , e até se justifica as suas ausências e faltas , bem como quem assume as suas competências na Gestão da Câmara Municipal de Lisboa .
9- Existe ainda o lugar ao esclarecimento se há ou não um uso de meios públicos em benefício próprio do Sr° Presidente de Câmara Municipal de Lisboa na sua promoção de Imagem Política Nacional , e no favorecimento de acesso facilitado aos meios de Comunicação Social Públicos e Privados pelo facto de ser Secretário Geral do Partido Socialista e candidato Primeiro Ministro de Portugal .
10-A Responsabilidade Política está assim comprometida e a confiança na Democracia abalada pela possibilidade de tráfico de influências , favorecimento e corrupção passiva , na promiscuidade dos Cargos Públicos que ocupa na Política Nacional .
Venho assim junto de Vossa Excelência Senhor Provedor , com esta minha Queixa requerer a apreciação dos factos nela constantes , porque julgo de maior interesse a dignificação da Política em Portugal .
Assim o mencionou o Sr° Presidente da República no seu discurso do 5 de Outubro de 2014 , apelando aos Agentes Políticos a incluir a Ética , Responsabilidade , Transparência e o Respeito pela Verdade do Discurso Político .
Esta Verdade que é Justiça e garante da Independência das Instituições Democráticas , e a base de confiança nas mesmas por parte dos Cidadãos Portugueses .
É também importante implantar a coerência das palavras em relação aos actos instituídos como exemplos de Rigor e Disciplina Ética e Moral dos Políticos , que são Actores na verdadeira dimensão do palco da Retórica e da Oratória Política que é a Assembleia da República Portuguesa .
Aguardo de Vossa Excelência a merecida atenção e apreciação das preocupações de um Cidadão Português , endereçando ao Senhor Provedor de Justiça o meu Reconhecimento , Respeito e Consideração , atenciosamente ;
José Fernando Marecos da Paz
Lisboa 2 de Fevereiro de 2015
A Queixa que apresento têm como base a Lei dos Crimes de Responsabilidade dos Titulares de Cargos Políticos , conforme Declaração de Rectificação N°5 / 2013 de 25 de Janeiro , no seu Artigo 21 , sobre o Peculato de Uso , e têm como visado o Sr° Dr. António Luis Santos da Costa , Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e Secretário Geral do Partido Socialista .
1- Não entendeu o referido Autarca renunciar ao Cargo Público de Presidente de Câmara que ocupa no Município de Lisboa , aquando da sua eleição como Secretário Geral do Partido Socialista , por considerar não haver uma incompatibilidade de Cargo Público com o Cargo Político que passou exercer e representar .
2- Não entendeu , como não entende que não existindo essa incompatibilidade de Lei , ela existe enquanto incompatibilidade de Ética Política e Profissional e Moral Humana no exercício de Alto Cargo Público que assumiu perante os Munícipes de Lisboa e os Cidadãos de Portugal .
3- Não esconde a gritante promiscuidade que se oferece como exemplo assistir na prática da cumplicidade entre os Cargos de Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e o de Secretário Geral do Partido Socialista .
4- Na condição de Representante Político é confundível qual a qualidade em que faz as suas aparições públicas , na total Imoralidade , falta de Ética e de Responsabilidade na consequente ausência de Independência das Instituições Públicas e Instituições Políticas com que frequentemente é interviniente na Comunicação Social .
5- Enquanto Cidadão Português e Munícipe de Lisboa , não me é possível distinguir quando estão a ser utilizados os Recursos Públicos ou os Recursos Partidários quer Patrimoniais quer de Comunicação e Imagem de uma ou outra Instituição , e em que ponto colidem os interesses Públicos e Privados , sendo que nas mais diversas acções Políticas , as mesmas são praticadas em dias úteis e horários de funcionamento da Câmara Municipal , mas se faz representar em acções do Partido Socialista e como Líder de Oposição ao Governo de Portugal .
6- Estar a exercer funções de Alto Cargo Público e Político em simultâneo , manifesta um total desrespeito pela transparência e verdade da Política de que é representante , levantando desde logo as suspeições de favorecimento e benefício de influências entre Poder Público e Privado .
7- Há assim uma necessidade de saber quem , como e quando são custeadas estas Despesas de Representação e Deslocação referentes ao Sr° Presidente da Câmara ou ao Sr° Secretário Geral do Partido Socialista .
8- Importa saber se os dias em que esteve ausente das suas obrigações de Presidente de Câmara , delegou a sua Representação em outro Elemento do seu Executivo , se mantêm o Vencimento Integral pago pelo Cargo Público , e até se justifica as suas ausências e faltas , bem como quem assume as suas competências na Gestão da Câmara Municipal de Lisboa .
9- Existe ainda o lugar ao esclarecimento se há ou não um uso de meios públicos em benefício próprio do Sr° Presidente de Câmara Municipal de Lisboa na sua promoção de Imagem Política Nacional , e no favorecimento de acesso facilitado aos meios de Comunicação Social Públicos e Privados pelo facto de ser Secretário Geral do Partido Socialista e candidato Primeiro Ministro de Portugal .
10-A Responsabilidade Política está assim comprometida e a confiança na Democracia abalada pela possibilidade de tráfico de influências , favorecimento e corrupção passiva , na promiscuidade dos Cargos Públicos que ocupa na Política Nacional .
Venho assim junto de Vossa Excelência Senhor Provedor , com esta minha Queixa requerer a apreciação dos factos nela constantes , porque julgo de maior interesse a dignificação da Política em Portugal .
Assim o mencionou o Sr° Presidente da República no seu discurso do 5 de Outubro de 2014 , apelando aos Agentes Políticos a incluir a Ética , Responsabilidade , Transparência e o Respeito pela Verdade do Discurso Político .
Esta Verdade que é Justiça e garante da Independência das Instituições Democráticas , e a base de confiança nas mesmas por parte dos Cidadãos Portugueses .
É também importante implantar a coerência das palavras em relação aos actos instituídos como exemplos de Rigor e Disciplina Ética e Moral dos Políticos , que são Actores na verdadeira dimensão do palco da Retórica e da Oratória Política que é a Assembleia da República Portuguesa .
Aguardo de Vossa Excelência a merecida atenção e apreciação das preocupações de um Cidadão Português , endereçando ao Senhor Provedor de Justiça o meu Reconhecimento , Respeito e Consideração , atenciosamente ;
José Fernando Marecos da Paz
Lisboa 2 de Fevereiro de 2015
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
Meia Culpa
Podem os Anjos descer do Céu à Terra , vir iluminar as Almas e confortar os Corações contridos , pois assim apaziguar a revolta e descontentamento dos pobres desafortunados da verdade Democrática.
Vem o sr ex do Euro-Grupo confessar a sua meia culpa , dizer que afinal foi a Troika o mal de Portugal e não só.
Mas a mim interessa-me Portugal , pois assim fica ilibado o nosso Governo de todas as culpas , apenas cumpriu o Memorando da Troika a verdadeiramente culpada da Austeridade em Portugal .
Ora uma vez que assim é pode descansar o Governo PSD / CDS-PP , porque os Portugueses já conhecem o culpado das suas dificuldades , nas próximas eleições podem votar no mesmo Governo , pois foi este vítima do Carrasco Euro-Grupo /Troika .
Na publicação de ontem A Apendicite Aguda da Austeridade disse e reafirmo sem tirar uma virgula , a culpa é dos nossos Governantes que faltaram à verdade e ao rigor Democrático perante os Portugueses , que não tiveram no sítio os famigerados orgãos de valentia para assumir a sua contestação às Políticas da Troika , que foram quais quadrúpedes de olhos vendados presos aos arrais da nora , e limitaram-se a seguir o caminho em volta do poço até praticamente os alcatruzes não trazerem água .
Seca a nascente , empedrado será o poço , mas eis que vêm o senhor da terra cobrar o fruto do seu rendimento , e assim se há que abrir um novo poço , será possível encontrar a nascente onde se acabou a água .
Pena é que nos inusitados tempos da fartura se tenha desperdiçado tanta abundância , abrandaram os protestos dos sacrificados do costume , pois já veio o pastor reconhecer a magreza das sua ovelhas , mas terão estas confiança no pastor arrependido .
Pobre Alma dos Poetas , em tudo vêem compaixão e encanto , das pedras fazem caminhos , dos espinhos agulhas , das teias fios de linho , que juntam para criar a mais bela passadeira vermelha , onde se há-dem passear os seus Carrascos
Pela verdade do acto de contrição : por minha culpa , minha tão grande culpa !
Ou pelo Patrimônio da Humanidade o Fado e Amália ; por uma lágrima tua , que alegria me deixaria matar !
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 19 / 02 / 2015


Vem o sr ex do Euro-Grupo confessar a sua meia culpa , dizer que afinal foi a Troika o mal de Portugal e não só.
Mas a mim interessa-me Portugal , pois assim fica ilibado o nosso Governo de todas as culpas , apenas cumpriu o Memorando da Troika a verdadeiramente culpada da Austeridade em Portugal .
Ora uma vez que assim é pode descansar o Governo PSD / CDS-PP , porque os Portugueses já conhecem o culpado das suas dificuldades , nas próximas eleições podem votar no mesmo Governo , pois foi este vítima do Carrasco Euro-Grupo /Troika .
Na publicação de ontem A Apendicite Aguda da Austeridade disse e reafirmo sem tirar uma virgula , a culpa é dos nossos Governantes que faltaram à verdade e ao rigor Democrático perante os Portugueses , que não tiveram no sítio os famigerados orgãos de valentia para assumir a sua contestação às Políticas da Troika , que foram quais quadrúpedes de olhos vendados presos aos arrais da nora , e limitaram-se a seguir o caminho em volta do poço até praticamente os alcatruzes não trazerem água .
Seca a nascente , empedrado será o poço , mas eis que vêm o senhor da terra cobrar o fruto do seu rendimento , e assim se há que abrir um novo poço , será possível encontrar a nascente onde se acabou a água .
Pena é que nos inusitados tempos da fartura se tenha desperdiçado tanta abundância , abrandaram os protestos dos sacrificados do costume , pois já veio o pastor reconhecer a magreza das sua ovelhas , mas terão estas confiança no pastor arrependido .
Pobre Alma dos Poetas , em tudo vêem compaixão e encanto , das pedras fazem caminhos , dos espinhos agulhas , das teias fios de linho , que juntam para criar a mais bela passadeira vermelha , onde se há-dem passear os seus Carrascos
Pela verdade do acto de contrição : por minha culpa , minha tão grande culpa !
Ou pelo Patrimônio da Humanidade o Fado e Amália ; por uma lágrima tua , que alegria me deixaria matar !
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 19 / 02 / 2015


quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
A Apendicite Aguda da Austeridade
Há como em tudo na vida princípios com os quais se formam opiniões de Massas Sectárias , ou Protesta-tárias ..., sim porque uma ideia nasce de um pensamento e pode tornar-se uma Crença ou Obsessão Ideológica .
Dizer que a culpa das dificuldades vividas pelos povos do sul da Europa é causa-efeito da Austeridade é falso , e é antes de tudo uma des-responsabilização de toda uma História de Trinta Anos De União Económica Européia , não da História em si mesma , mas de todos quantos nela intervieram e deixaram o seu nome pelos melhores e piores motivos .
Culpar a Troika é desculpar e des-responsabilizar os sucessivos governos desde 1986 quer em Portugal quer noutros Países do Sul Europeu , é tratar de camuflar as governações ruinosas dos Estados , e dar como adquirido que tudo foi feito de bem pelo Povo e pelos Países hoje a viver em austeridade .
Durante mais de vinte anos Portugal viveu o esbanjamento de Fundos Comunitários , desapareceram milhões de Escudos e Euros em corrupção , e enriquecimento Individual , milhares de projetos nunca passaram do papel mas neles foram adjudicados milhões de Fundos de Desenvolvimento , milhares de Empresas Fictícias exerceram a sua atividade em sectores hoje completamente perdidos , o Desenvolvimento Industrial e Comercial conheceu o pior da Sustentabilidade dos Recursos Financeiros e Económicos , o Patronato e as Elites Políticas conviveram silenciosamente na construção de um sistema Democrático de Filiados e Clientelas , a População conviveu e usufruiu de um sistema de Economia Paralela que tanto beneficiou Patrões como Empregados , houve um alheamento induzido do Cidadão ao seu dever Cívico de Cidadania , e uma Cultura do Dinheiro Fácil e Infinito , na Banca criou-se o regime de lavagem de dinheiro , os favores , as amizades e os cargos Políticos e Privados .
Chegamos onde estamos por culpa nossa , não foi a Europa não foi a Troika , foi um Poder Político e Económico falhado,sem a Supervisão e Regulação e Responsabilização do Poder Democrático .
Por muito que a Esquerda Conservadora acuse a Troika e a Austeridade acusa-se a si própria por ser ineficiente , inoperante e incapaz de ser fiel da balança Democrática , por mais que a Direita Liberal ou Nacionalista tente justificar-se com a Troika e a Austeridade julga-se responsável pela implementação das medidas por sua escolha admitidas como modelo a seguir , sabendo que estas apenas conduziriam a pobreza e degradação social , escolheu o caminho da receita não só pelo aumento generalizado dos Impostos , como também pelo despedimento , redução salarial , cortes sociais , no que representa uma receita pelo não pagamento das obrigações do Estado para com os seus Cidadãos .
Não há culpa de Austeridade nem da Troika na Governação de um País , há culpa das suas Elites Dirigentes e Gestoras porque destruíram o seu Tecido Industrial e Econômico , e acima de tudo porque destruíram moralmente , anímica e socialmente o seu maior activo produtivo o seu Povo .
A todos é dado a escolher a verdade e a justiça , ou a mentira e a tirania .
Num sistema Democrático cada Estado é um Povo e um País , por mais dificuldades que possam enfrentar a sua Soberania só se perde pela Força ou Submissão a outro Estado ou Estados .
Num sistema Livre e Democrático a Força reside nos seus Direitos de Igualdade , Liberdade e Justiça de todos os Cidadãos perante o Estado , Força essa que está na sua livre escolha dos seus representantes pelo Voto , não exercer este Direito Constitucional é ser conivente com o sistema instalado , é abdicar do seu Futuro e condenar as Novas Gerações pela sua inercia e alheamento da sua vida e da vida do seu País .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 18 / 02 / 2015

Dizer que a culpa das dificuldades vividas pelos povos do sul da Europa é causa-efeito da Austeridade é falso , e é antes de tudo uma des-responsabilização de toda uma História de Trinta Anos De União Económica Européia , não da História em si mesma , mas de todos quantos nela intervieram e deixaram o seu nome pelos melhores e piores motivos .
Culpar a Troika é desculpar e des-responsabilizar os sucessivos governos desde 1986 quer em Portugal quer noutros Países do Sul Europeu , é tratar de camuflar as governações ruinosas dos Estados , e dar como adquirido que tudo foi feito de bem pelo Povo e pelos Países hoje a viver em austeridade .
Durante mais de vinte anos Portugal viveu o esbanjamento de Fundos Comunitários , desapareceram milhões de Escudos e Euros em corrupção , e enriquecimento Individual , milhares de projetos nunca passaram do papel mas neles foram adjudicados milhões de Fundos de Desenvolvimento , milhares de Empresas Fictícias exerceram a sua atividade em sectores hoje completamente perdidos , o Desenvolvimento Industrial e Comercial conheceu o pior da Sustentabilidade dos Recursos Financeiros e Económicos , o Patronato e as Elites Políticas conviveram silenciosamente na construção de um sistema Democrático de Filiados e Clientelas , a População conviveu e usufruiu de um sistema de Economia Paralela que tanto beneficiou Patrões como Empregados , houve um alheamento induzido do Cidadão ao seu dever Cívico de Cidadania , e uma Cultura do Dinheiro Fácil e Infinito , na Banca criou-se o regime de lavagem de dinheiro , os favores , as amizades e os cargos Políticos e Privados .
Chegamos onde estamos por culpa nossa , não foi a Europa não foi a Troika , foi um Poder Político e Económico falhado,sem a Supervisão e Regulação e Responsabilização do Poder Democrático .
Por muito que a Esquerda Conservadora acuse a Troika e a Austeridade acusa-se a si própria por ser ineficiente , inoperante e incapaz de ser fiel da balança Democrática , por mais que a Direita Liberal ou Nacionalista tente justificar-se com a Troika e a Austeridade julga-se responsável pela implementação das medidas por sua escolha admitidas como modelo a seguir , sabendo que estas apenas conduziriam a pobreza e degradação social , escolheu o caminho da receita não só pelo aumento generalizado dos Impostos , como também pelo despedimento , redução salarial , cortes sociais , no que representa uma receita pelo não pagamento das obrigações do Estado para com os seus Cidadãos .
Não há culpa de Austeridade nem da Troika na Governação de um País , há culpa das suas Elites Dirigentes e Gestoras porque destruíram o seu Tecido Industrial e Econômico , e acima de tudo porque destruíram moralmente , anímica e socialmente o seu maior activo produtivo o seu Povo .
A todos é dado a escolher a verdade e a justiça , ou a mentira e a tirania .
Num sistema Democrático cada Estado é um Povo e um País , por mais dificuldades que possam enfrentar a sua Soberania só se perde pela Força ou Submissão a outro Estado ou Estados .
Num sistema Livre e Democrático a Força reside nos seus Direitos de Igualdade , Liberdade e Justiça de todos os Cidadãos perante o Estado , Força essa que está na sua livre escolha dos seus representantes pelo Voto , não exercer este Direito Constitucional é ser conivente com o sistema instalado , é abdicar do seu Futuro e condenar as Novas Gerações pela sua inercia e alheamento da sua vida e da vida do seu País .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 18 / 02 / 2015

" Rerum Novarum "
Na recta final do século XIX o Papa Leão XIII na Encíclica " Rerum Novarum " aceitava que a França e a Revolução Industrial abriam um potencial de caminho à Sociedade Européia , mais humano , solidário e fraterno , retirando às elites e aristocracias endinheiradas os benefícios que só a elas pertenciam , havendo uma redistribuição da riqueza produzida .Mas o Marxismo com o seu zênite no colectivo , em detrimento do individual era rejeitado , assim como também o era o cru individualismo darwinista dos Liberais .
Podia assim o ser humano estar assente nas estruturas naturais e sociais da Sociedade , Comunidade e Família com o seu local de trabalho .
A referida Encíclica apoiava o direito dos trabalhadores a criar e formar Sindicatos , e até de fazerem ou promoverem greves , direitos estes até então vedados aos Católicos , o que vinha assim permitir abrir portas a Sindicatos Católicos na Europa Tradicionalista e Conservadora .
Mas foi mais longe o Papa Leão XIII , ao reconhecer que o Estado devia regular salários e condições de trabalho .
O seu sucessor , Papa Pio X levantaria a interdição aos Católicos em Itália de Votar e ocupar Cargos Políticos , o que fez com que aparecessem em no princípio do século XX em Itália e França os primeiros pequenos Partidos Católicos , e organizações de trabalhadores que se viriam a juntar ao já existente desde 1850 Partido Alemão Católico de Centro .
Isto é importante porque muda toda a política e futuro da Europa , embora os Comunistas entendessem que só uma guerra podia mudar as Políticas Capitalistas da Europa , a Guerra viria a acontecer por uma mudança de poder na Alemanha , pois a grande fraqueza de Bismarck residia de não pertencer a nenhum partido político , e estar dependente do Imperador para ser Chanceler Imperial , mas o Imperador Guilherme I faleceu e também o seu filho Frederico III , subiria ao poder o Imperador Guilherme III neto do I , e que viria a aceitar a demissão de Bismarck em 1890 , e assim assumia a grande liderança política Alemã o emergente Partido Social Democrata Alemão .
A Alemanha recusaria renovar o Reinsurance Treaty com a Rússia , com esta posição tornava incompatível a sua mediação no conflito Austro-Russo sobre os Balcãs , e beneficiava a França pondo em evidência o isolamento da Rússia com a qual assinaram a aliança militar em 1892 , assente em empréstimos maciços que tinham a finalidade em parte de melhorar os caminhos-de-ferro da Rússia , que aceleraria a mobilização de tropas , quebrando assim o cerco à França , e confrontando a Alemanha agora com um panorama de guerra em duas frentes a Ocidente e Oriente .
Vivia-se na Europa a Era dos Impérios em conflito , a França , Alemanha , Inglaterra , Holanda , Bélgica , Espanha ,Portugal , todos tinham problemas internos e externos e guerras nas suas colónias , os desejos imperialistas de uns e outros levaram ao extremar de posições , levaria pouco mais de uma dezena de anos que surgi-se a Primeira Guerra Mundial , na qual Portugal participaria , e após a qual deixaria um rasto de pobreza até hoje nunca superado , de salientar que após a rendição da Alemanha , nas negociações de contrapartidas começadas pelo competentíssimo Dr Egas Moniz , viria Portugal a viver um revés nas negociações pela instabilidade política interna nacional com o afastar do Dr Egas Moniz e entregue ao Dr Afonso Costa então exilado em Paris , que foram um verdadeiro desastre para Portugal .
Instabilidade politica que levaria Portugal no Triunvirato dos Generais em Santarém em 1923 ao início de uma ditadura , pois foi daqui que saiu o nome do Dr António Oliveira Salazar para o Governo constituído , e posteriormente em 1926 a assumir o Governo de Portugal .
Não levaria mais que vinte anos para que a Europa vivesse uma segunda Guerra Mundial , e outros vinte para que se percebe-se que o domínio do capitalismo é um inimigo da União Européia , já em 1963 Gaulle excluía a Inglaterra da CECA por considerar a sua posição demasiado insular e não convergentes com os interesses do Continente , mais tarde no começo da CEE era recusada a adesão da Alemanha nas mesmas condições dos Seis Países subscritores .
Para compreender o presente é preciso conhecer o passado , sem o qual é impossível projectar um futuro .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 18 / 02 / 2015



segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Solidariedade de Facto
Solidariedade é um acto de bondade e de proximidade no sentimento de uma união de simpatias , interesses e propósitos comuns de membros integrantes de um grupo .
Nos termos sociológicos , a solidariedade social subentende que haja nos seus praticantes ideia integrante de uma mesma Comunidade , e portanto que se sintam independentes e não dependentes .
Em termos tributários simples remete para uma Responsabilidade Tributária que ocorre quando há mais de um sujeito passivo que é devedor de uma mesma Obrigação Tributária em parte de dívida ou na totalidade da mesma . Que também ocorre na Competência Tributária quando um Orgão de Estado têm direito à parte ou todo da mesma Obrigação Tributária .
Começo por Solidariedade Social Nacional , no referente a um determinado artigo de uma certa utopia ideológica que quer sustentar que é imoral o Estado Português pelo Ministério da Solidariedade ,que pague às Instituições de Solidariedade Social cerca de quatrocentos euros por Cidadão que recorre às refeições gratuitas , e que apenas pague cerca de duzentos euros de RSI ao mesmo Cidadão , defendendo que se deveria dar ao Cidadão o valor que se dá ás Instituições .
Será que o estado deve patrocinar o vício de não fazer nada , deve apoiar a inercia e in-voluntariedade de ter um trabalho , deve pagar tabaco , café , cerveja , etc, etc ...
Para mim enquanto contribuinte prefiro que os meus impostos sirvam para alimentar um Cidadão que precisa de alimento diário , que permita identificar quem e porquê , e que se possa através da acção social reverter em mais valia o conhecimento da causa-efeito que trás dependentes estes Cidadãos da Solidariedade Nacional , e que esta mesma Solidariedade possa ser momentânea e não um facto definitivo .
Realçar também a verdade e disponibilidade das Instituições e todos quantos nelas trabalham e colaboram , fazendo da Solidariedade um factor de humanidade e fraternidade .
Num outro ponto e por consciência devo dizer que sou Católico , por escolha livre , mas que me interrogo sobre a verdadeiramente bondade das palavras do Papa Francisco , são louváveis , são pacíficas , apelam ao humano de cada um de nós , e reforçam a verdade da solidariedade e fraternidade entre os povos .
Mas como sempre um Papa é o Chefe da Igreja , e Chefe de Estado do Vaticano , é um condutor de uma ideologia Cristã , é também voz activa na política entre os povos , não pode nem deve dissociar-se das realidades vividas pelos povos , em particular pelos povos que vivem em austeridade econômica e social .
A sua mensagem de amor e bondade , de procura de integração dos desvalidos e dos pobres , escravizados do poder econômico e capitalista , carece de um agitar de consciência social , de um grito no silêncio dos aflitos , de um assumir da dignidade humana como direito de existência de vida que compreenda o mínimo de condições de subsistência efectiva .
A complacência é causa de condescendência , a tolerância e a aceitação silenciosa da pobreza imposta é causa de morte de uma sociedade desenvolvida e moderna .
É tempo de resgatar do silêncio a voz da injustiça , é tempo de acordar os adormecidos no conforto adquirido á custa de desigualdade e desumanidade do lucro fácil e da concentração do poder em um punhado de senhores do mundo , que vivem da escravidão de milhões de seres humanos , impondo bens de consumo , e guerras ás nações para que estas não alcancem a sociedade fraterna e humana sustentada na igualdade de oportunidades de vida .
Podemos nós homens viver em paz de espírito quando vemos flagelados nossos corpos e sacrificadas nossas vidas .
Por último reparo e no respeitante a Solidariedade Européia , se ela têm de existir que seja justa , igualitária , equitativa entre os membros do Grupo , não pode nem deve um membro impôr a sua vontade sobre outro , mas também não pode nem deve um membro desrespeitar as regras ou recusar assumir as suas obrigações .
Como atrás referi um grupo solidário pressupõe a total independência dos seus membros .
Seja pois feita a solidariedade conforme se possa justificar num compromisso de honra e verdade .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 16 / 02/ 2015



Nos termos sociológicos , a solidariedade social subentende que haja nos seus praticantes ideia integrante de uma mesma Comunidade , e portanto que se sintam independentes e não dependentes .
Em termos tributários simples remete para uma Responsabilidade Tributária que ocorre quando há mais de um sujeito passivo que é devedor de uma mesma Obrigação Tributária em parte de dívida ou na totalidade da mesma . Que também ocorre na Competência Tributária quando um Orgão de Estado têm direito à parte ou todo da mesma Obrigação Tributária .
Começo por Solidariedade Social Nacional , no referente a um determinado artigo de uma certa utopia ideológica que quer sustentar que é imoral o Estado Português pelo Ministério da Solidariedade ,que pague às Instituições de Solidariedade Social cerca de quatrocentos euros por Cidadão que recorre às refeições gratuitas , e que apenas pague cerca de duzentos euros de RSI ao mesmo Cidadão , defendendo que se deveria dar ao Cidadão o valor que se dá ás Instituições .
Será que o estado deve patrocinar o vício de não fazer nada , deve apoiar a inercia e in-voluntariedade de ter um trabalho , deve pagar tabaco , café , cerveja , etc, etc ...
Para mim enquanto contribuinte prefiro que os meus impostos sirvam para alimentar um Cidadão que precisa de alimento diário , que permita identificar quem e porquê , e que se possa através da acção social reverter em mais valia o conhecimento da causa-efeito que trás dependentes estes Cidadãos da Solidariedade Nacional , e que esta mesma Solidariedade possa ser momentânea e não um facto definitivo .
Realçar também a verdade e disponibilidade das Instituições e todos quantos nelas trabalham e colaboram , fazendo da Solidariedade um factor de humanidade e fraternidade .
Num outro ponto e por consciência devo dizer que sou Católico , por escolha livre , mas que me interrogo sobre a verdadeiramente bondade das palavras do Papa Francisco , são louváveis , são pacíficas , apelam ao humano de cada um de nós , e reforçam a verdade da solidariedade e fraternidade entre os povos .
Mas como sempre um Papa é o Chefe da Igreja , e Chefe de Estado do Vaticano , é um condutor de uma ideologia Cristã , é também voz activa na política entre os povos , não pode nem deve dissociar-se das realidades vividas pelos povos , em particular pelos povos que vivem em austeridade econômica e social .
A sua mensagem de amor e bondade , de procura de integração dos desvalidos e dos pobres , escravizados do poder econômico e capitalista , carece de um agitar de consciência social , de um grito no silêncio dos aflitos , de um assumir da dignidade humana como direito de existência de vida que compreenda o mínimo de condições de subsistência efectiva .
A complacência é causa de condescendência , a tolerância e a aceitação silenciosa da pobreza imposta é causa de morte de uma sociedade desenvolvida e moderna .
É tempo de resgatar do silêncio a voz da injustiça , é tempo de acordar os adormecidos no conforto adquirido á custa de desigualdade e desumanidade do lucro fácil e da concentração do poder em um punhado de senhores do mundo , que vivem da escravidão de milhões de seres humanos , impondo bens de consumo , e guerras ás nações para que estas não alcancem a sociedade fraterna e humana sustentada na igualdade de oportunidades de vida .
Podemos nós homens viver em paz de espírito quando vemos flagelados nossos corpos e sacrificadas nossas vidas .
Por último reparo e no respeitante a Solidariedade Européia , se ela têm de existir que seja justa , igualitária , equitativa entre os membros do Grupo , não pode nem deve um membro impôr a sua vontade sobre outro , mas também não pode nem deve um membro desrespeitar as regras ou recusar assumir as suas obrigações .
Como atrás referi um grupo solidário pressupõe a total independência dos seus membros .
Seja pois feita a solidariedade conforme se possa justificar num compromisso de honra e verdade .
José Paz
Texto do Autor
Lisboa 16 / 02/ 2015



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